quarta-feira, agosto 11, 2010

Sobre um ser de tão grande insensibilidade...

Confesso que não li "O Futuro de Uma Ilusão". Mas, além de beleza, raciocínio rápido, modéstia e superioridade congênita, tenho o poder da mediunidade, que, como todos sabem, me garante o direito da morte injustificada.

A exemplo de Klaus Van Hardsten (que também não li, apesar de fingir conhecê-lo como as frieiras do meu tio Alfredo), "O Futuro de Uma Ilusão" parece que foi escrito por uma necessidade que Sigmund Freud tinha de, digamos assim, escrever.

Agora, vamos nos ataviar um pouco nesse assunto específico, que é a necessidade da escrita. Por que um ser de tão grande insensibilidade decide escrever merda? Apesar de não ter lido o motim desorganizado de referências gastrópodes da obra, é fato notório que eu detenho exclusividade na arte de escrever merda . Não aceito qualquer ameaça de concorrência.

Eu poderia declarar aqui que o avião é um mamífero que nada, mas tenho que arranjar outra forma de enganar o leitor e encher lingüiça. Por isso exercito minha bipolaridade (que, aliás, é meu cartão de visitas) e minha preguiça destruindo coisas que desconheço e escrevendo frases de efeito como: a maluquice de Rui Mortim é constatada no momento em que a obra resiste a se integrar ao Pernassianismo e se dispersa em painéis adolescentes.

De qualquer forma, voltando à " O Futuro de Uma Ilusão": não se trata de algum Machado de Assis, nem de uma Stephenie Meyer. Aliás, essa comparação que tentei fazer só expõe minha limitrofia, porque não posso comparar uma obra que não li. Mas, para que se preocupar com coerência e raciocínio? Se Sigmund Freud for tão imbecil quanto eu, pelo menos arrumo uma boa briga.


Ok... Esse texto não é "completamente" meu, por mais que eu possa fazer coisas desse tipo. Isso é um texto gerado por um site muito maluco que eu encontrei no blog de alguém, o Mundo Perfeito. Lá você encontra um gerador de textos incrivelmente loucos e com um sentido pouquíssimas vezes encontrado em algo sério.

Ah... Quer entender melhor? Então vai lá: Gerador de Textos do Mundo Perfeito!

quinta-feira, julho 29, 2010

Manual do Trabalhador Desocupado #1

Você está no seu trabalho, não tem o que fazer e se pergunta "Oh! O que farei eu de todo este tempo sobressalente que me foi permitido?"

Não se exalte, nem se preocupe, pois aqui vai uma das coisas legais de se fazer em um trabalho com pouco trabalho.

"Material" necessário:

- 1 (hum) computador com acesso à internet;
- 1 (huma) impressora, de preferência colorida;
- 1 (huma) tesoura;
- cola (Não, não é "huma". Você não tem "duas colas". Você pode ter dois "tubos" de cola. Por favor, não insista.);
- café e, talvez, um bolo, salgado ou coisa que o valha.

Modo de atuação:

Partindo da ideia de que seu computador está ligado e com o seu navegador favorito, ou não, aberto(você está lendo isso, não?), abra uma nova aba, ou janela (seu atrasado!), e entre em "http://olhaquemaneiro.blogspot.com/2010/06/download-de-insetos-de-papel.html". Você pode copiar e colar, digitar ou, simplesmente, clicar no link. (você sabe como usar esse aparelho na sua frente, não?)

Lá você verá o grande mineiro Guilherme Bandeira falando sobre um de seus achados internéticos, os insetos de papel da Fuji Xerox do Japão. Ele apresenta algumas imagens dos bichinhos e coloca os links que você precisará acessar para completar sua aventura de hoje. Como tem alguma coisa ali que não dá pra entender muito bem, os links estão aqui também:

Link 1 - Esta é a página onde você encontra as coisinhas para baixar. É só descer um pouco que eles estão logo ali.

Link 2 - Aqui você vai baixar o programa necessário para abrir os seus projetos de insetos.

(Clique primeiro no Link 2 e baixe o programa. Depois você clica no Link 1 e baixa os bichinhos. E não reclame da ordem dos fatores!)

Após baixar e instalar o programa (Você sabe fazer isso. Está em inglês, não japonês.), pode clicar nos bichinhos lá do outro link. Eles se abrirão. (Novidade!) Mande imprimir. Serão gastas duas folhas, uma com corpo, cabeça e membros do bichinho, e outra com as instruções. Estão em japonês, mas, se você já comeu macarrão instantâneo, dá pra entender um pouco.

A ideia é sempre a mesma:

Use a tesoura (lembra dela?) e recorte nas linhas exteriores. Nos asteriscos (assim: * ), você, provavelmente, deverá passar cola e unir a alguma parte que combine. (Está lá nas instruções. Tem desenho e tudo pra você entender.)

Tenha paciência e, durante o processo, beba seu café e coma seu bolo ou algo equivalente. Vai por mim, eles ajudam a parar de tremer. A não ser que você tenha alguma doença que café e bolo não curem.

Após recortar, comer, beber, dobrar, beber, colar, beber, comer, tirar um sarro com a tia que tá passando e acabar de beber, seu trabalho está pronto. Cole a base (Sim, aquilo é a base.) e cole na sua mesa da maneira que lhe parecer possível.

Agora é só ouvir coisas como "Foi você que fez? Que bonito!", "Faz um pra mim também?" e "Não tem mesmo nada pra fazer, hein."

Você pode, também, escrever um post sobre isso no seu blog. Pode também colocar fotos, como era o meu intento. Para isso, você necessitará de:

1 - (hum) celular ou câmera que não necessite de instalação de drivers;
1 - (hum) cabo usb, em condições de funcionamento, compatível com seu celular ou câmera.

Se, por um "acaso do destino", você não puder imprimir colorido, utilize a ideia em preto e branco (ou tons de cinza) que também fica legal. Poderás utilizar-se de lápis de cor ou giz de cera, caso você ainda os tenha.

Dez minutos após completar seu desígnio, pegue um livro e vá fazer algo útil.

sexta-feira, julho 09, 2010

Berzundela de Sóbria

Após quase cair de nádegas no chão, venho contar-lhes uma história, verídica, mas não aconteceu comigo. Aconteceu com a amiga de uma colega que estava com outras amigas. É mais ou menos assim:

(Nomes alterado porque eu não lembro dos nomes reais...)

Marcilda, Evangelina e Suevellyn são três amigas que adoram sair juntas. Não apenas pelo fato de serem amigas, mas também porque Evangelina não bebe, podendo dirigir e ajudá-las a distinguir copo com bebida de corpo da Pepita.

Certa vez, em um de seus passeios, já passando de quatro horas da manhã, resolveram se apressar a pagar a conta e voltar para casa. O dia seguinte seria longo!

Todas concordaram que Marcilda pagaria tudo no cheque e as outras compensariam conforme a divisão de consumo. Todas concordaram, também, que Evangelina preencheria o cheque com o valor certo e Marcilda apenas assinaria no devido espaço com sua devida, mesmo que confusa, letra.

Pediram a conta. O garçom, que não aguentava mais as cantadas de Suevellyn, a mais atirada, veio, feliz em saber que iam embora, finalmente(!), e trouxe a conta. Após conferir, Evangelina preencheu o cheque, pegou a identidade de Marcilda e disse:

- Tá aqui amiga, assina como está na sua identidade.

Marcilda olhou pra identidade, olhou bem na cara da Evangelina e, com um bafo atordoante, soltou:

- Ôurra... Ezza azinadura num é minha!

- É sim, Marcilda! Olha aqui na tua identidade!

- Já valei gui num é minha, borra! Gué disgudí gumigo?!

- Marcilda, meu amor, vê se essa foto aqui não é a sua.

- É minha vodo zim, mas a azzinadura num é!

-É sim, só assina aí pra gente ir embora, vai...

O circo assim se formou. As duas já estavam chamando bastante atenção. A não ser da Suevellyn, que ainda estava olhando para o garçom bonitão.

Continuaram nessa discussão por aproximadamente meia hora, enquanto pessoas se divertiam ou criticavam.

Como passava por perto, o gerente resolveu parar e ver qual motivo daquela baderna no estabelecimento.

- Posso ajudar em alguma coisa, senhoras?

A primeira a falar foi Marcilda:

- A minha amiga agui dá gum brobrema. Ela gué gui eu azzine gom uma azzinadura gui num é minha!

- Mas a assinatura é dela, moço. Ela que está bebada demais para distinguir. Não sei como vamos poder pagar. Estamos dependendo dela.

O gerente olhou as duas, pegou a identidade, examinou e disse:

- Bem, ela parece mais sóbria que a senhora. Esta assinatura é do diretor do IFP.

quinta-feira, maio 20, 2010

A Corrida

Antonio era um taxista normal. Isso, até aquele dia. Foi o seguinte:

Era uma segunda-feira fria de maio. Ele estava voltando de uma corrida e viu uma moça acenando. Já estava se preparando para fechar o dia, duas da manhã, mas decidiu atender aquele último chamado.

Ela era ruiva, com reflexos loiros no cabelo, que se estendia até a cintura. Seu rosto, com algumas sardas, combinava perfeitamente com seu sorriso. Lábios finos, nariz afilado e um olhar penetrante e sedutor.

Não lembro para onde ia, mas sei que o Antonio fez questão de não cobrar a corrida. Ele disse que conversaram bastante, contaram os “causos” da vida. Mas ela tinha algo que o atraía. Algo mágico que ele não conseguiu descrever.

Quando chegaram ao destino, um desses hotéis que tem por aí, ela ia se despedindo, mas o Antonio não queria deixá-la ir embora. Ele não acreditava que perderia, para sempre, a mulher que sempre procurou. E como tentou fazer com que ela desse alguma forma de contato! Um telefone, um endereço, email, msn, orkut, twitter, facebook, até a coordenada para onde ele deveria enviar o sinal de fumaça. Mas ela não deu nada. Nem mesmo seu nome.

Após muita insistência, sem nenhum proveito, para que ele aceitasse o pagamento da corrida, ela se desfez de suas tentativas e partiu para seu quarto no hotel.

Antonio, muito abalado, foi para casa. Mas, toda noite, ele faz questão de dirigir pelo mesmo caminho que fez com ela. Na tentativa de encontrar a ruiva.

Nunca mais ele foi o mesmo.

Chegamos ao destino, doutor. São R$ 27,00.

sexta-feira, abril 30, 2010

Histórias da PH #2

Bem, após um bom tempo sem postar nada, resolvo aparecer por aqui para deixá-los atualizados, contar as novidades e falar das situações inusitadas em que acabo me metendo no trabalho. Por mais que a minha culpa seja apenas por ter nascido.

Bem, aos fatos:

Esses dias acabei mudando de setor predominante por aqui. Vou explicar como é: Trabalho atendendo 3 setores: Contabilidade, Finanças e Tecnologia da Informação. Normalmente, fico em algum dos setores e, quando precisam, os outros me chamam.

Estava dormindo mais no "Finanças", mas esses dias fui parar no "Contabilidade". Tudo por culpa de um computador que não era ligado a eras!

Perguntei pra tia: "Esse computador liga?"
Ela respondeu: "Liga, mas é muito lento."

Tem coisa melhor pra me tirar do sono do que um computador precisando de atenção?! Tem, tem sim. Mas isso não vem ao caso.

Logo que tive o mínimo de tempo, o que aconteceu uns seis segundos depois, coloquei o "trambolho" pra ligar. Duas horas mais tarde eu estava acordando com o som do logon do windows. Tá bom, nem é pra tanto, mas...

Encarei meu desafio e falei: "Sofrerei!"

Enquanto limpava, consertava, alterava, hackeava e escondia o conteúdo do "coisa", ouvia as conversas das duas tias que trabalham nessa sala.

Cada papo mais louco que o outro!

Primeiro papo:

A tia da tarde estava muito, mas muito revoltada com a filha e seu namorado. (Da filha, não dela)
O que aconteceu foi:

A filha dela sempre viaja para algum lugar que não me diz respeito. Se hospeda em alguma hotel, hospedaria, pousada, barraco, etc, que também não me diz respeito. Tudo normal.

Mas, dessa vez, a pobre coitada resolveu se aventurar pela internet. Achou um outro lugar pra se hospedar. Mais barato e coisa assim. Até fez o depósito. O problema é: o lugar é ruim! Uma amiga dessa menina disse que tem até baratas no quarto!!!

E lá foi sua mãe tentar solucionar o caso. De forma pacífica e harmoniosa, ela conseguiu cancelar a reserva. O problema agora era outro: a devolução do dinheiro. Coisa que, em um hotel confiável, seria uma cosia simples. Mas não. A criança tinha que confiar em qualquer coisa que se lê na internet. O supracitado hotel, aparentemente, não quer devolver a quantia depositada.

E ainda tem mais: o namorado da menininha, pelo jeito, emprestou dinheiro para a viagem. A tia já não gostava muito dele, mas quando soube que o indivíduo estava apertando a "pequena" com afirmações do tipo "eu já estou no vermelho" e etc, foi o fim do dia. As chamas do ódio já estavam corroendo seu coração antes das três da tarde!

Essa, é uma das várias coisas que vejo por aqui. Várias? Muitas! Mas por enquanto vai ficando assim. Daqui a pouco elas me pegam falando delas por aqui. Ou não.

Depois posto mais alguma coisa. Foi um post curto com intuito de atualização. Não ligue se demorou e veio assim, nunca mandei você gostar.

E minhas histórias mais antigas vos bastam.

quinta-feira, abril 01, 2010

Ilha de Lost é Real!

O Serviço Secreto Britânico acredita ter encontrado a verdadeira Ilha de Lost, um arquipélago remoto que, surpreendentemente, parece ter inspirado a criação do seriado norte-americano.

A descoberta foi feita por acaso, no ato da prisão de piratas somalis que haviam sequestrado um cargueiro norueguês no golfo de Áden. Com os piratas, foi encontrado um mapa que mostrava a localização de uma ilha. Enviados ao local, agentes da SAS, a tropa de elite da Força Aérea inglesa, relataram que a área está sob forte influência de um campo eletromagnético até então desconhecido.

O que mais deixou os agentes perplexos foi a descoberta de destroços de um avião Boeing 737 sem nenhum vestígio de corpo por perto. No avião, havia apenas um caixão, vazio, no compartimento de bagagens. Na ilha, havia ainda um cão da raça labrador com uma coleira em que se lê o nome Vincent.

O coronel John Smith, fã da série Lost, foi quem primeiro atentou para as coincidências. "Em 20 anos de SAS, nunca havia ficado tão assustado", confessou. Os piratas somalis usavam a ilha como esconderijo. Havia um bunker com uma escotilha no topo e uma sequência de números - 4, 8, 15, 16, 23 e 42. Os militares dizem não saber o que isso significa.

A ilha ainda não foi batizada. Um agente sugeriu o nome "Lost" ("Perdido", em inglês), mas outro argumentou que isso não fazia sentido, já que a ilha não estava mais perdida. Como ela foi descoberta por militares britânicos, caberá à Rainha Elizabeth II o batismo da ilha.

Dos quatro piratas somalis presos, dois, curiosamente, usavam camisas do Botafogo. Um deles se chamava Paulinho Criciúma, um nome pouco comum na Somália. Eles dançavam ao som do Rebolation quando foram surpreendidos pelos agentes britânicos.

Dentre o material apreendido com os piratas constavam três caixas de CDs do Biquini Cavadão, dezenas de latas de goiabada Cascão e garrafas vazias de Guaraná Jesus. Um imenso tonel cor de rosa levou o Serviço Secreto Britânico a concluir que o local era usado para fabricação pirata da bebida, que depois seria vendida em camelôs das ruas da Tanzânia.


Tirado daqui: Yahoo! Notícias








P.S.: 1º de Abril =P

A Verdade Sobre o 1° de Abril

O ano nem sempre foi como nós o conhecemos agora. Por exemplo: no antigo calendário romano, abril era o segundo mês do ano. E na França, até meados do século XVI, abril era o primeiro mês.

Como havia o hábito de dar presentes no começo de cada ano, o primeiro dia de abril era, para os franceses da época, o que o Natal é para nós hoje, um dia de alegrias, salvo para quem ganhava meias ou uma água-de-colônia barata.

Com a introdução do calendário gregoriano, em 1564, primeiro de janeiro passou a ser o primeiro dia do ano e, portanto, o dia dos presentes. E primeiro de abril passou a ser um falso Natal - o dia de não se ganhar mais nada.Por extensão, o dia de ser iludido. Por extensão, o Dia da Mentira.

VOCÊ ACREDITOU NESSA? Há outra.

No hemisfério Norte, onde tudo é o contrário do hemisfério Sul - inclusive, em muitos países, corrupto vai para a cadeia, imagine! -, a primavera está no auge em abril. "Abril" viria, mesmo, do latim Apriiis, que viria de Aperire, ou Abrir, pois a primavera é a estação em que os botões se abrem, tanto das flores quanto das roupas, e o pólen está no ar, e as abelhas voam, os camponeses correm atrás das camponesas e, como se não bastasse toda esta confusão, os alérgicos espirram e os pássaros cantam.

Um dos primeiros pássaros a cantar a chegada da primavera é o cuco, cuja característica é imitar a voz de outros pássaros, tanto que os assim chamados relógios-cucos não deviam ter este nome, já que o que o passarinho canta quando sai da janelinha nunca é o seu próprio canto, é plágio.

O primeiro dia de abril, na Europa, era, portanto, o Dia do Cuco, que saía do seu ninho para espalhar a discórdia, já que ora imitava um pássaro, ora imitava outro. E a todas estas horas as camponesas voavam, as abelhas perseguiam os camponeses pelos campos e os alérgicos floriam e as flores espirravam e os padres mandavam parar essa pouca-vergonha, já! E matem aquele cuco.

Primeiro de abril era o Dia do Cuco. O cuco é um pássaro mentiroso. Aliás, até hoje, ninguém, fora alguns parentes mais chegados, sabe como é o canto real de um cuco, já que ele sempre canta como outro. Logo, primeiro de abril ficou como o dia dos mentirosos.

ESSA CONVENCEU? Aqui vai outra.

Na verdade tudo vem da Índia, onde desde tempos imemoráveis existe o Festival de Huli, uma festa que dura um mês e em que tudo é ao contrário, tanto que ela começa no dia 30 de abril e termina no dia primeiro, quando as pessoas entram nas suas casas, de costas e começam a se preparar para a festa que já houve. O último dia do Festival de Huli é reservado para o "Vahila", que em sanscrito quer dizer "Tirar um Sarro", que é quando as pessoas recebem incumbências absurdas, como - isto já na época do domínio britânico - levantar a saia da estátua da rainha Vitória para ver se a calcinha também era de bronze. Foram, aliás, os ingleses que levaram a tradição do Huli para a Europa, junto com o curry e a malária.

Uma destas é a verdadeira origem do "1º de Abril". Mas, claro, isto também pode ser mentira...

Copiado, sem escrúpulos, do livro As Mentiras Que os Homens Contam, de Luís Fernando Veríssimo. (Sério, o texto é mesmo dele. Eu li o livro.)